quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Cadê a mulherada de verdade?

Pra quem me acompanha no meu blog sabe que meus pais estão se separando. E há alguns dias, em uma conversa muito franca com o meu pai, ele falou que estava buscando outras coisas, novas coisas para experimentar. Questionei se a minha mãe não poderia descobrir tais coisas novas junto com ele e ele disse que não, justamente por ser pudica demais.

Pô, mas como assim? Eles estão juntos há um pouco mais de 23 anos e ela ainda é “travada”? Eles não têm liberdade a ponto de mandar um SMS com elogios mais safados? Ela não tem liberdade para ser uma puta na cama, ao lado do homem da vida dela?

Fiquei estarrecida, confesso, e isso foi motivo de discussão com a minha mãe depois. Durante esses dias venho pensando e, em algumas conversas com amigas próximas e putonas na cama, cheguei à conclusão de que nós somos normais. Sim, normais! Mulheres envergonhadas a este ponto é que devem ter algum tipo de problema.

Minha mãe sempre questiona o lado do homem não ser carinhoso na cama e parece que o cara não é carinhoso na mesma proporção em que a mulher não se solta, não se torna uma puta. Ele busca tanto sacanagem, ela busca tanto amor na hora do sexo que no meio do caminho acabam se desencontrando. E não que eu pense que a mulher deve ser puta toda vez que for transar, diferente do homem que (geralmente) está mais aberto a esse tipo de relação. Agora, que mulher gosta de homem bobo na cama? Elas gostam dos safados, que falam o quanto elas são gostosas, que dão aquelas encoxadas enquanto elas estão fazendo alguma coisa, escovando os dentes ou sei lá o quê!

Daí me pergunto: é à toa que homem trai a parceira que mais parece ser virgem? Não é uma justificativa, claro, mas tenho uma porrada de amigos que dizem trair as namoradas por conta desse pudor sobrando na cama. Não é falta de amor, e sim de cumplicidade, de troca entre quatro paredes. E quando eles partem para outro relacionamento as mulheres não entendem e falam “ele me trocou por aquela baranga, como?”, mas são incapazes de entender que apenas um corpinho bonito não faz sexo gostoso. E os homens têm vontade de dizer como resposta, segundo um amigo, “mas ela me chupa e rebola como ninguém”.

Hoje há muitos recursos, sex shop não é um tipo de lugar difícil de encontrar, a internet está cheia de ideias diferentes e bacanas, as pessoas estão mais abertas a comentar sobre isso... Então por que continuar trancada nesse mundinho particular achando que fazer sexo anal, levar um tapinha na bunda, falar uma besteirinha no pé do ouvido do seu parceiro é coisa de puta? Puta, e não garota de programa – há uma diferença grotesca entre as duas coisas.

Enquanto existir mulheres que não saibam se soltar e dar ao marido/namorado o que ele quer, eles continuarão procurando fora, as garotas de programa que são pagas para serem putas. 


P.S. é claro que existe homem que acha que xingar, dar um tapinha, puxar os cabelos etc é coisa que não se faz com uma mulher, mas acredito que estes quase não existem.


"Palavra de mulher"
Colaboradora: Jaque
Blog: À Deriva

domingo, 1 de agosto de 2010

Vida Bella



O que me credencia a falar sobre sexo?


Esta frase está martelando na minha cabeça desde que o meu primeiro texto foi publicado aqui no blog. Comecei a pensar, na verdade eu estou sempre fazendo isso, não foi só agora... desculpem a piada infame. Voltando à frase, talvez a única resposta que eu tenha definitivamente aceitado, seja a minha experiência, ou melhor, minha história como mulher. Ela me credencia a falar sobre o assunto. E para que vocês entendam do que estou falando, vou contá-la aqui. Já passei por algumas situações engraçadas, outras embaraçosas e algumas constrangedoras mesmo, no entanto, vivi muitas histórias interessante, para não dizer excitantes. E espero que possam se divertir e poder concordar e discordar das minhas atitudes. Que algumas possam servir de exemplo e anti-exemplo. Bom isso é o que nos faz humanos, erros e acertos, certo? Bem, vou tentar contar aos poucos, em capítulos.

O começo de tudo

Na minha casa sexo nunca foi proibido, pelo contrário sempre fomos, eu e minha irmã, educadas de tal forma a tratar a nossa sexualidade como algo natural e normal. Eu me masturbo desde que tinha 10 anos, acho. Tenho lembranças de brincar de “casinha” com minha vizinha, uma menina um ano mais nova que eu, nunca chegamos a nos tocar, pelo que me lembro, mas fazíamos várias alusões a isso, era uma brincadeira e uma grande descoberta da sexualidade. Lembro de ter orgasmos deste que tinha uns 12 anos, nunca tive vergonha de me tocar e nem do meu corpo, embora os orgasmos fossem mais facilmente atingidos com minha "amiga almofada", que possuía um nó estrategicamente posicionado a me dar prazer, também os obtinha com a ajuda do chuveiro, até hoje o chuveirinho é bem vindo quando quero me proporcionar prazer "by myself ". Minha grande decepção, na pré adolescência, foi o dia que minha mãe deu minha almofada, ela deu minha “AMIGA” almofada! Fiquei alguns meses de luto por essa perda.

"ganhei de presente do dia dos
namorados um lindo blusão vermelho
e um pacote de camisinhas"

Embora não tivesse problemas em me proporcionar prazer, a minha relação com os meninos não era tão boa assim, sempre fui retraída com eles. Meu primeiro beijo aconteceu quando tinha 13 anos e até os meus 16 beijei uns 15 meninos no total, até que conheci um que era diferente, um que passou o ano todo juntando dinheiro para o carnaval na S.A.T. (sociedade dos Amigos de Tramandaí) pra quem não conhece é a “capital” litorânea gaúcha, se é que podemos afirmar que o RS tem litoral, enfim, para passar o rodo e me convidou pra ir junto. Esse guri, o primeiro, é assim que vou me referir a ele, foi de fato o primeiro a me tocar, até mão no bumbum nenhum outro tinha feito. E eu com 16 anos era tão curiosa. Ele morava na praia e eu na capital, mesmo depois do final do veraneio continuávamos nos escrevendo, e não pense que era por e-mail, era por carta mesmo! (me senti uma anciã neste momento). E nos ligando, foi tão mágico quando num domingo ele bate a minha porta, sem nunca ter ido a minha cidade. Ele queria algo sério, foi tão bonitinho! Começamos a nos ver umas duas vezes por mês. Então no dia 12 de junho de 1999 eu ganhei de presente do dia dos namorados um lindo blusão vermelho e um pacote de camisinhas!!!! A minha primeira vez, finalmente!!! Eu não seria a última a perdê-la! Por que a última a beijar eu tinha sido.

"...acredito que é de inteira responsabilidade femina
saber o que lhe dá prazer e como consegui-lo."

Foi horrível: o “primeiro” também era virgem, depois do coito em si, fui eu quem tive de consolá-lo. Ser uma mulher muito segura por vezes acaba com o romantismo. Ficamos juntos mais 5 meses, nos descobrimos, ele mostrou preocupação em aprender mais, em desenvolver-se nas artes sexuais, mas o fato é que nunca conseguiu prolongar uma erecção por mais de alguns minutos de penetração. Eu lembro que uma vez eu quase, quase "cheguei lá." Mas quando eu que estava por cima dele, como uma amazona, acelerei o ritmo o gozo dele foi inevitável. Mas e eu? Eu fiquei chupando o dedo. No entanto, nunca o responzabilizei pela falta de orgasmos, e nenhum outro parceiro, acredito que é de inteira responsabilidade femina saber o que lhe dá prazer e como consegui-lo. Afinal, meninas, se você não sabe como sentir prazer como exigir do outro isso? Foi uma pena não termos conseguido, ele merecia ter me proporcionado esse prazer. Não dúvido que atualemente ele seje um grande amante, ele tinha potencial! Com ele eu manchei o sofá da minha mãe com sangue, afinal nos víamos só duas vezes por mês e tínhamos que aproveitar as oportunidades, menstruada ou não, consegui limpar e ela nunca soube desse fato. A mãe dele nos pegou uma vez, agora é engraçado lembrar, mas na hora foi um pânico total ter que aturar piadinha sobre posições e pílulas o final de semana todo. Eu, no lugar dela, teria ficado orgulhosa do filho varão, teria aberto um champagne pra comemorar que meu filho deflorara a namoradinha. Mas mãe possessiva de filho único é uma chata! Foi uma pena que não tivemos uma despedida. Hoje, lembrando, meu tesão não era tão intenso, a curiosidade sim, enorme. Por muito tempo ainda gostei dele depois que acabamos. O fim foi inevitável, pela própria distância e por influência da mãe ciumenta que desde o flagra passou a me odiar. Acho que mais por recalque, que alguma mulher naquela casa estava sendo comida, do que zelo pela cria.

Cenas dos próximos capítulos: despedida de casada. Isso mesmo queridos a Bella aqui já foi casadinha na igreja como manda o figurino. Vou contar pra vocês nos próximos capítulos como foi despedida deste de casada, preparem os leques porque a temperatura vai subir.


Beijocas, Bella.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Teoria



Olá, pessoal! É com muito, muito prazer que escrevo este primeiro post pra vocês! Me apresentando brevemente, Eu sou a Bella, de fato uma bela mulher no auge de seus 27 anos, cientista, prática e objetiva, as vezes penso como homem, mas sempre sinto como mulher. Espero que gostem dos meus textos!

A física, a biologia, a química, enfim as ciências básicas vem se perguntando, desde que surgiram, afinal de onde viemos? O que desencadeou o processo evolutivo? Pois bem eu tenho uma teoria.

"O nosso corpo foi todo projetado por vírus,
bactérias e fungos para servir de sua morada,
vocês já se perguntaram quantas,
bactérias estão presentes em nosso organismo?"


Estava eu estudando um pouco sobre como me livrar de vez de um fungo que atinge 8 em cada 10 mulheres adultas: a maldita Candidíase!!! Comecei a ler e tentar entender os motivos pelos quais nós sofremos tantas infecções causadas por esse fungo. Algumas mulheres chegam a sofrerem com 4 a 5 infecções por ano, os médicos consideram normal sermos atingidas por até 2 crises por ano, ATÉ DUAS INFECÇÕES POR PODE SER CONSIDERADO NORMAL?!?!? NORMAL?!?!? Por favor! Só quem nunca sofreu com essa coceira insuportável, acompanhada de corrimento, algumas vezes de erupções cutâneas nas partes baixas, flatulência e uma série de sintomas neurológicos, incluindo depressão e problemas de memória isso para citar alguns sintomas, pode achar isso normal.

Os médicos muitas vezes nos negligenciam é que esse fungo é considerado normal na nossa flora estomacal e intestinal, mas que nossos hábitos alimentares podem favorecer o sua proliferação. A Candidíase é um fungo e precisa de um ambiente propício para poder se alimentar e reproduzir, você deve estar se perguntando mas o que eu posso fazer para deixar hostil o ambiente para esse fungo não se reproduzir dentro do meu organismo? É exactamente esse o ponto, precisamos diminuir as condições necessárias para esse fungo reproduzir-se como podemos fazer isso? Evitando tudo o que os fungos precisam: alimentos! E o que eles gostam de comer? AÇÚCARES, LEVEDURAS, ÁLCOOL, tudo que fermente ou vire açúcar no seu organismo... é, eu sei, quase tudo vira açúcar.

"...os remédios tornam os fungos cada vez
mais resistentes e cada vez que a infecção é instalada
no seu organismo ela vêm mais forte
."

O aconselhável é que se está apresentando sintomas de uma infecção por cândida você evite açúcares, inclusive de frutas, diminua ao máximo os amidos, são rapidamente metabolizados e tornam-se açucares, se precisar ingeri-los que seja em forma integral, não tome cerveja, nem vinho, são bebidas fermentadas seus funguinhos vão adorá-las! Não coma cogumelos, nem qualquer queijo que seja produzido por algum processo que envolva fungos, como Brie, o melhor mesmo é evitar qualquer alimento lácteo.

Mas o que eu vou poder comer? Basicamente proteína e verduras, mas não se assuste, faça essa dieta por umas três semanas a fim de eliminar o fungo de seu organismo e não esqueça de tomar os remédios que seu médico receito bem direitinho! Passado o período de limpeza geral do seu corpo você poderá voltar a sua dieta habitual, mas não exagere nos açucares. Afinal você não quer que esses fungos se instalem em você de novo, quer? O mais difícil é ficar sem a cerveja, certo? Eu sei vou ter que ficar pelas próximas 3 semanas.

Estamos constantemente reclamando das doenças que nos afligem, sem fazer uma auto avaliação sobre nossos hábitos alimentares, esperamos que a indústria farmacêutica resolva todos os nossos problemas, e é isso o que ela quer que nós pensemos. Mas não se engane, os remédios tornam os fungos cada vez mais resistentes e cada vez que a infecção é instalada no seu organismo ela vêm mais forte. Esse maldito fungo é capaz de produzir uma enzima, que quando enviada ao nosso cérebro, aumenta nossa vontade de consumir açúcar, seu principal alimento. Oh, bichinho maldito esse!

Depois desse pequeno guia de saúde voltemos ao objetivo principal do meu post, minha teoria! Pois bem, minha teoria é a seguinte: O nosso corpo foi todo projetado por vírus, bactérias e fungos para servir de sua morada, vocês já se perguntaram quantas, bactérias estão presentes em nosso organismo? Quantos vírus estão vivendo em nosso corpo? Nós somos máquinas projetadas por esses micro-organismos para criar um ambiente habitável a eles. Parece doido, mas quando começamos a pensar que alguns vírus são capazes de alterar pedaços dos nossos DNAs, a ponto de fazer-nos produzir o alimento que eles necessitam, essa teoria já não parece tão louca, certo? Está certo parece meio "matrix" mas pense bem? Esses vírus que são capazes de mudar seu habitat não são inteligentes? Por que nós humanos estudamos tanto?

Não é para mudar o nosso meio ambiente, para tornar tudo mais agradável para vivermos? Pense nisso! E cuide da sua alimentação para que seu corpo seja uma máquina trabalhando a seu favor não em favor desses seres minúsculos e manipuladores! Espero que tenham gostado! Deixem seus comentários e contribuições sobre a minha estreia por aqui!

Beijos!

"Palavra de mulher"
Colaboradora: Bella

terça-feira, 1 de junho de 2010

Estupro: A África do Sul que você não quer ver



Não há como negar que a África do Sul ainda enfrenta problemas sociais, apesar do doloroso e longo processo de luta contra a desigualdade racial encerrado no início dos anos 90. Nelson Mandela e seus seguidores trouxeram um sopro de liberdade ao sofrido povo negro, não obstante, o que aconteceu depois do fim do Apartheid, ainda está longe das maravilhas prometidas pela democracia. Pobreza, guerra civil, AIDS, xenofobia, homicídios e outros questões, são feridas que permanecem abertas no país da próxima Copa do Mundo de Futebol.

Todavia, uma delas têm me causado especial repúdio: o estupro de lésbicas. No caso da África do Sul (e também em outros países africanos) essas violações são chamadas de “estupros corretivos” e têm como objetivo mostrar para mulher “aquilo que ela precisa gostar”, ou seja, de homens. O mais incrível, é que quando essas mulheres procuram a polícia, são violentadas novamente, só que dessa vez em seus direitos, pois as autoridades fazem vista grossa para os criminosos que cometem violência sexual contra lésbicas. Se a vítima for negra, o descaso pode ser maior ainda, visto que profissionais da área da saúde se negam a prestar qualquer tipo de socorro. Não são raros os casos onde o estupro é seguido de morte. E pelas mesmas razões apresentadas anteriormente, esses assassinos dificilmente chegarão a um tribunal.

Incluindo o estupro contra lésbicas, a África do Sul é o país com o mais alto índice per capta desse tipo de crime no mundo todo. Segundo as estatísticas, 15% das vítimas de estupro têm menos de 11 anos de idade. Esse é um fenômeno de difícil compreensão, pois atrás disso temos um outro problema grave: a AIDS. Estima-se que ela matará mais de 22 milhões de sul-africanos nos próximos dez anos. Mais que uma questão de saúde pública, é também um problema cultural, pois além da crença de que estupros “curam” lésbicas, existe uma outra mais absurda ainda: a de que praticar sexo com uma virgem pode curar a doença. Pelo visto, nessa luta contra a AIDS/estupros, o rigor da lei é um fator mais que necessário, tanto quanto a conscientização e a prevenção.

Enfil

domingo, 16 de maio de 2010

Masturbação


Dia desses escrevi no meu blog sobre masturbação, um relato breve falando sobre o meu lençol bagunçado na noite anterior.

Comentaram dizendo ser uma pena eu não precisar de ajuda. Na hora li o comentário e resolvi deixar pra lá e agora resolvi escrever sobre o tema.

Tive vontade de olhar nos olhos deste cara e perguntar:

- Já viu uma mulher se masturbando?
- Quem disse que não preciso de ajuda?
- Pena?

Antes de expressar o que a masturbação realmente significa, quero que o homem que estiver lendo esse texto e achar totalmente banal e broxante uma mulher se masturbando, por favor, se manifeste dizendo o motivo.

A masturbação em si nada mais é do que sentir prazer sozinho, chegar ao orgasmo sem necessariamente ter um parceiro – ou não chegar até lá. É uma das maneiras mais positivas de conhecer o próprio corpo e, dessa forma, perceber as sensações prazerosas e de satisfação sexual, tanto para os homens quanto para as mulheres.

Logo, se é sozinho, não tem ninguém observando, e então por que não praticar? Já ouvi de algumas amigas que tinham vergonha (de quê?), que não tinham paciência ou ainda que não tinha graça. Discordo e por muito tempo achei que a masturbação era coisa de gente louca, porque sentia necessidade de me masturbar sempre. Antes e depois da relação sexual. Depois fiquei desinibida de vez e comecei a me masturbar durante a relação sexual e as coisas melhoraram muito.

A masturbação não traz só o gozo. Traz também aprendizado. Passamos a conhecer o próprio ritmo, de que jeito é mais gostoso, em que lugar é mais prazeroso, quanto tempo levamos para chegar lá, o que precisamos ter em mente para poder chegar ao orgasmo pleno.

Na cama isso só facilita, porque o autoconhecimento do corpo (devido à masturbação) faz com que reconheçamos aquilo que é mais estimulante, sendo um belo e importantíssimo ponto de partida para obter prazer entre 4 paredes. Além de poder dizer ao outro de que jeito prefere, sabe exatamente se aquele caminho levará ao pote de ouro. Ou não.

Um homem que se masturba com frequência (o que não é raro) sabe se controlar melhor, sabe a hora de parar, sabe de que jeito a parceira não pode fazer para não acabar com a brincadeira dos dois antes do tempo - e depois ainda ser tachado de apressadinho.

Uma mulher que se masturba com frequência (o que não é tão comum) é definitivamente mais gostosa na cama, pois sabe exatamente como chegar lá antes de dar câimbra na mão ou antes da língua do parceiro ficar inerte por cansaço. E se o cara estiver errando o caminho, provavelmente ela o ajudará a pegar o atalho correto, simplesmente porque conhece aquele percurso melhor que ninguém.














Vai-e-vem? Movimentos circulares? Rápido? Devagar? Duas mulheres se beijando? Brad Pitt? Ladrões? Casa de Swing? Com pressão? Só no clitóris? Só no pênis? Não sei (sei de mim!) e uma pessoa só pode dizer isso ao seu parceiro(a) se praticar o esporte. Seja para melhorar na hora H, seja pra gozar de outro jeito... enfim! Seja para curtir melhor o sexo a dois praticando o que sabe sobre o sexo “solitário”.

Já diria Woody Allen: “não despreze a masturbação - é fazer sexo com a pessoa que você mais ama”.



"Palavra de mulher"
Colaboradora: Jaque
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Feniletilamina



As pessoas se referem ao revoar de asas das borboletas como uma sensação boa e estranha, mas ressalto, gostosa. Prazerosa até. Logo, elas dizem sentir “borboletas no estômago” quando estão apaixonadas. Eu, especialmente, chamaria de qualquer coisa, menos disso. Já dois psiquiatras americanos alegam que essa sensação é cientificamente explicável e que tem como base a feniletilamina. Hã?!

“Ela é uma molécula natural semelhante
à anfetamina
e suspeita-se que sua
produção no cérebro possa ser desencadeada

por eventos tão simples como uma
troca de olhares ou um aperto de mãos.”


Já é difícil conviver com a paixão, pra que dar nome complicado ou, então, origem complexa? Começo a gostar da correlação com as borboletas... Muito melhor. Se o bater de suas asas no estômago significa elevar os pensamentos para outro plano, com o objeto de nosso desejo neles; essa expressão é a ideal.

Ouvir Djavan, Daniel, Los Hermanos, Paulinho da Viola, Marisa Monte, Alcione, Tonico e Tinoco no rádio do carro e abrir um sorriso ao associar a canção ao rosto amado... Sentir formigar o estômago quando houve seus passos bem próximos de onde se está. Apertar sua mão, beijar-lhe o rosto, ouvir sua voz, segurar-lhe o braço, afagar-lhe os cabelos para em seguida sentir um arrepio na espinha. Ah, essa é a tal da paixão. De novo, pra que codinome para tantas sensações diferentes a um mesmo sentimento? Bobagem.

Eu fico assim: com tudo isso, mas pra pior, quando estou apaixonada. Por exemplo, quando conheço o cara tão bem quanto estou carregada de borboletas no meu bolsão gástrico, consigo adivinhar até a cor da cueca que ele vai usar em cada tipo de evento possível. Será que isso os médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque conseguem explicar com a tal feniletilamina? Sabem me dizer por que me apaixonei por este e não por aquele outro no ano passado?

Uma notícia circulou pela rede sobre o assunto na semana passada. Dizia que os cientistas conhecem a feniletilamina, um dos mais simples neurotransmissores, há cerca de 100 anos. Porém, foi a pouco tempo que começaram a associá-la à paixão. “Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.”

Aí, essa dupla “pirou o meu cabeção” ao chamar de simples, a vibração da voz da minha paixão meu coração, ressoando dentro da minha caixa torácica. Minimizando o arrepio que sinto e o prazer quando ele beija. De ignorar a vontade de ficar junto, vendo tevê; da conversa boba depois do sexo; da troca de e-mails, logo após de se chegar ao trabalho, há menos de uma hora de separação. De menosprezar as compras do casal no supermercado; do telefonema na hora do almoço, do tremor nos corpos na hora do gozo. Mas até pra isso os “seguidores de Freud” têm explicação.

Esses dois psiquiatras desenvolveram uma teoria baseada no “affair” da feniletilamina com a paixão. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados. E pasmem! Deram tempo de vida pra minha paixão (ou pra sua): de 18 a 30 meses. Segundo eles, tempo suficiente para aquecer a relação até o ponto de chegarem os filhos.

Dois anos e meio e cientificamente se namora, se “enrosca” ou casa e pari. Não necessariamente nessa ordem, mas, o interessante é que isso acontece sempre apaixonado. É o único consenso que mantenho com os cabeções da ciência. Pois, para os mais lerdos como eu, que vive a paixão intensamente sem pensar em tempo, não vale limitar nada na vivência com esse sentimento. Se não, eu já teria pelo menos, uns cinco filhos e todos de pais diferentes.



"Palavra de mulher"
Colaboradora: Elaine Barcellos
Blogs: Cor de Rosa e Carvão
Jornalismo-Vida e Morte
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sábado, 13 de fevereiro de 2010

Fazer valer a vida e sentir-se vivo!



Todos os dias nos vêem cada vez mais tomados pela insegurança de uma vida corrida. Ainda mais quando nada é realmente certo, somos tomados por temores absurdos, como o grande medo de terminarmos a vida abandonados.

E nesses momentos tudo é um ponto de fuga para aliviar o temor que impera em nosso peito. Muitas pessoas se prendem ao trabalho, a adrenalina e alguns colecionam mapas, revistas e guias para aumentar a possibilidade de encontrar um parceiro, seja apenas para a prática mais gostosa de todos os tempos, o sexo; ou para trocar algumas palavras de afeto e carinho.

"Está provado que o sexo é o
maior candidato para o alivio do estresse."


O homem (no contexto geral) é um ser que não consegue e não sabe viver isolado; sendo o estopim para muitas aventuras frustradas. Quem nunca se viu envolto numa trama tamanha que pensou que iria enlouquecer com a situação?

Algumas pessoas pensam que o sexo é o único motivador de um relacionamento durável. Quanto a isso eu discordo, até mesmo por acreditar que não seja o ÚNICO motivador, mas sim, um auxiliador na manutenção do mesmo.

Uma casal que não transa é um casal que vive a discutir. Está provado que o sexo é o maior candidato para o alivio do estresse. Mas a forma a qual ele deve ser feito, varia de acordo com o gosto do freguês. Sexo selvagem, sexo relax, sexo apenas para descarregar as amarguras da vida. Qualquer modalidade é válida, desde que feita com respeito.

Não existe momento para fazer valer a natureza. Os maiores casos de amor e sexo louco e desenfreado surgiram de "pegações" alucinadas em lugares inóspitos.

Quem nunca desejou transar dentro de um carro? Quem nunca se pegou numa "agarração" na escadaria do prédio? Quem nunca esperou apenas a porta do elevador fechar para se entregar um momento de luxúria? Ou quem nunca esperou apenas os pais/avós apenas se distraírem para deixar a “mão boba” fazer o seu trabalho?

Isso tudo é saudável e faz toda a diferença entre estar vivo e estar realmente vivo. Deixe que o seu corpo fale por você; deixe a loucura tomar conta do seu corpo e alma; reacenda a cada dia a paixão e você sentirá uma brasa percorrer seu corpo, culminando em seu peito e entre as pernas.

Mas nunca se esqueça: a curtição inconseqüente (leia: sem camisinha) de hoje pode ser a responsabilidade precocemente adquirida amanha!


"O que os homens pensam"
Colaborador: Dr. Rom
[Aleatoriamente, Rom]
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