quarta-feira, 28 de julho de 2010

Teoria



Olá, pessoal! É com muito, muito prazer que escrevo este primeiro post pra vocês! Me apresentando brevemente, Eu sou a Bella, de fato uma bela mulher no auge de seus 27 anos, cientista, prática e objetiva, as vezes penso como homem, mas sempre sinto como mulher. Espero que gostem dos meus textos!

A física, a biologia, a química, enfim as ciências básicas vem se perguntando, desde que surgiram, afinal de onde viemos? O que desencadeou o processo evolutivo? Pois bem eu tenho uma teoria.

"O nosso corpo foi todo projetado por vírus,
bactérias e fungos para servir de sua morada,
vocês já se perguntaram quantas,
bactérias estão presentes em nosso organismo?"


Estava eu estudando um pouco sobre como me livrar de vez de um fungo que atinge 8 em cada 10 mulheres adultas: a maldita Candidíase!!! Comecei a ler e tentar entender os motivos pelos quais nós sofremos tantas infecções causadas por esse fungo. Algumas mulheres chegam a sofrerem com 4 a 5 infecções por ano, os médicos consideram normal sermos atingidas por até 2 crises por ano, ATÉ DUAS INFECÇÕES POR PODE SER CONSIDERADO NORMAL?!?!? NORMAL?!?!? Por favor! Só quem nunca sofreu com essa coceira insuportável, acompanhada de corrimento, algumas vezes de erupções cutâneas nas partes baixas, flatulência e uma série de sintomas neurológicos, incluindo depressão e problemas de memória isso para citar alguns sintomas, pode achar isso normal.

Os médicos muitas vezes nos negligenciam é que esse fungo é considerado normal na nossa flora estomacal e intestinal, mas que nossos hábitos alimentares podem favorecer o sua proliferação. A Candidíase é um fungo e precisa de um ambiente propício para poder se alimentar e reproduzir, você deve estar se perguntando mas o que eu posso fazer para deixar hostil o ambiente para esse fungo não se reproduzir dentro do meu organismo? É exactamente esse o ponto, precisamos diminuir as condições necessárias para esse fungo reproduzir-se como podemos fazer isso? Evitando tudo o que os fungos precisam: alimentos! E o que eles gostam de comer? AÇÚCARES, LEVEDURAS, ÁLCOOL, tudo que fermente ou vire açúcar no seu organismo... é, eu sei, quase tudo vira açúcar.

"...os remédios tornam os fungos cada vez
mais resistentes e cada vez que a infecção é instalada
no seu organismo ela vêm mais forte
."

O aconselhável é que se está apresentando sintomas de uma infecção por cândida você evite açúcares, inclusive de frutas, diminua ao máximo os amidos, são rapidamente metabolizados e tornam-se açucares, se precisar ingeri-los que seja em forma integral, não tome cerveja, nem vinho, são bebidas fermentadas seus funguinhos vão adorá-las! Não coma cogumelos, nem qualquer queijo que seja produzido por algum processo que envolva fungos, como Brie, o melhor mesmo é evitar qualquer alimento lácteo.

Mas o que eu vou poder comer? Basicamente proteína e verduras, mas não se assuste, faça essa dieta por umas três semanas a fim de eliminar o fungo de seu organismo e não esqueça de tomar os remédios que seu médico receito bem direitinho! Passado o período de limpeza geral do seu corpo você poderá voltar a sua dieta habitual, mas não exagere nos açucares. Afinal você não quer que esses fungos se instalem em você de novo, quer? O mais difícil é ficar sem a cerveja, certo? Eu sei vou ter que ficar pelas próximas 3 semanas.

Estamos constantemente reclamando das doenças que nos afligem, sem fazer uma auto avaliação sobre nossos hábitos alimentares, esperamos que a indústria farmacêutica resolva todos os nossos problemas, e é isso o que ela quer que nós pensemos. Mas não se engane, os remédios tornam os fungos cada vez mais resistentes e cada vez que a infecção é instalada no seu organismo ela vêm mais forte. Esse maldito fungo é capaz de produzir uma enzima, que quando enviada ao nosso cérebro, aumenta nossa vontade de consumir açúcar, seu principal alimento. Oh, bichinho maldito esse!

Depois desse pequeno guia de saúde voltemos ao objetivo principal do meu post, minha teoria! Pois bem, minha teoria é a seguinte: O nosso corpo foi todo projetado por vírus, bactérias e fungos para servir de sua morada, vocês já se perguntaram quantas, bactérias estão presentes em nosso organismo? Quantos vírus estão vivendo em nosso corpo? Nós somos máquinas projetadas por esses micro-organismos para criar um ambiente habitável a eles. Parece doido, mas quando começamos a pensar que alguns vírus são capazes de alterar pedaços dos nossos DNAs, a ponto de fazer-nos produzir o alimento que eles necessitam, essa teoria já não parece tão louca, certo? Está certo parece meio "matrix" mas pense bem? Esses vírus que são capazes de mudar seu habitat não são inteligentes? Por que nós humanos estudamos tanto?

Não é para mudar o nosso meio ambiente, para tornar tudo mais agradável para vivermos? Pense nisso! E cuide da sua alimentação para que seu corpo seja uma máquina trabalhando a seu favor não em favor desses seres minúsculos e manipuladores! Espero que tenham gostado! Deixem seus comentários e contribuições sobre a minha estreia por aqui!

Beijos!

"Palavra de mulher"
Colaboradora: Bella

terça-feira, 1 de junho de 2010

Estupro: A África do Sul que você não quer ver



Não há como negar que a África do Sul ainda enfrenta problemas sociais, apesar do doloroso e longo processo de luta contra a desigualdade racial encerrado no início dos anos 90. Nelson Mandela e seus seguidores trouxeram um sopro de liberdade ao sofrido povo negro, não obstante, o que aconteceu depois do fim do Apartheid, ainda está longe das maravilhas prometidas pela democracia. Pobreza, guerra civil, AIDS, xenofobia, homicídios e outros questões, são feridas que permanecem abertas no país da próxima Copa do Mundo de Futebol.

Todavia, uma delas têm me causado especial repúdio: o estupro de lésbicas. No caso da África do Sul (e também em outros países africanos) essas violações são chamadas de “estupros corretivos” e têm como objetivo mostrar para mulher “aquilo que ela precisa gostar”, ou seja, de homens. O mais incrível, é que quando essas mulheres procuram a polícia, são violentadas novamente, só que dessa vez em seus direitos, pois as autoridades fazem vista grossa para os criminosos que cometem violência sexual contra lésbicas. Se a vítima for negra, o descaso pode ser maior ainda, visto que profissionais da área da saúde se negam a prestar qualquer tipo de socorro. Não são raros os casos onde o estupro é seguido de morte. E pelas mesmas razões apresentadas anteriormente, esses assassinos dificilmente chegarão a um tribunal.

Incluindo o estupro contra lésbicas, a África do Sul é o país com o mais alto índice per capta desse tipo de crime no mundo todo. Segundo as estatísticas, 15% das vítimas de estupro têm menos de 11 anos de idade. Esse é um fenômeno de difícil compreensão, pois atrás disso temos um outro problema grave: a AIDS. Estima-se que ela matará mais de 22 milhões de sul-africanos nos próximos dez anos. Mais que uma questão de saúde pública, é também um problema cultural, pois além da crença de que estupros “curam” lésbicas, existe uma outra mais absurda ainda: a de que praticar sexo com uma virgem pode curar a doença. Pelo visto, nessa luta contra a AIDS/estupros, o rigor da lei é um fator mais que necessário, tanto quanto a conscientização e a prevenção.

Enfil

domingo, 16 de maio de 2010

Masturbação


Dia desses escrevi no meu blog sobre masturbação, um relato breve falando sobre o meu lençol bagunçado na noite anterior.

Comentaram dizendo ser uma pena eu não precisar de ajuda. Na hora li o comentário e resolvi deixar pra lá e agora resolvi escrever sobre o tema.

Tive vontade de olhar nos olhos deste cara e perguntar:

- Já viu uma mulher se masturbando?
- Quem disse que não preciso de ajuda?
- Pena?

Antes de expressar o que a masturbação realmente significa, quero que o homem que estiver lendo esse texto e achar totalmente banal e broxante uma mulher se masturbando, por favor, se manifeste dizendo o motivo.

A masturbação em si nada mais é do que sentir prazer sozinho, chegar ao orgasmo sem necessariamente ter um parceiro – ou não chegar até lá. É uma das maneiras mais positivas de conhecer o próprio corpo e, dessa forma, perceber as sensações prazerosas e de satisfação sexual, tanto para os homens quanto para as mulheres.

Logo, se é sozinho, não tem ninguém observando, e então por que não praticar? Já ouvi de algumas amigas que tinham vergonha (de quê?), que não tinham paciência ou ainda que não tinha graça. Discordo e por muito tempo achei que a masturbação era coisa de gente louca, porque sentia necessidade de me masturbar sempre. Antes e depois da relação sexual. Depois fiquei desinibida de vez e comecei a me masturbar durante a relação sexual e as coisas melhoraram muito.

A masturbação não traz só o gozo. Traz também aprendizado. Passamos a conhecer o próprio ritmo, de que jeito é mais gostoso, em que lugar é mais prazeroso, quanto tempo levamos para chegar lá, o que precisamos ter em mente para poder chegar ao orgasmo pleno.

Na cama isso só facilita, porque o autoconhecimento do corpo (devido à masturbação) faz com que reconheçamos aquilo que é mais estimulante, sendo um belo e importantíssimo ponto de partida para obter prazer entre 4 paredes. Além de poder dizer ao outro de que jeito prefere, sabe exatamente se aquele caminho levará ao pote de ouro. Ou não.

Um homem que se masturba com frequência (o que não é raro) sabe se controlar melhor, sabe a hora de parar, sabe de que jeito a parceira não pode fazer para não acabar com a brincadeira dos dois antes do tempo - e depois ainda ser tachado de apressadinho.

Uma mulher que se masturba com frequência (o que não é tão comum) é definitivamente mais gostosa na cama, pois sabe exatamente como chegar lá antes de dar câimbra na mão ou antes da língua do parceiro ficar inerte por cansaço. E se o cara estiver errando o caminho, provavelmente ela o ajudará a pegar o atalho correto, simplesmente porque conhece aquele percurso melhor que ninguém.














Vai-e-vem? Movimentos circulares? Rápido? Devagar? Duas mulheres se beijando? Brad Pitt? Ladrões? Casa de Swing? Com pressão? Só no clitóris? Só no pênis? Não sei (sei de mim!) e uma pessoa só pode dizer isso ao seu parceiro(a) se praticar o esporte. Seja para melhorar na hora H, seja pra gozar de outro jeito... enfim! Seja para curtir melhor o sexo a dois praticando o que sabe sobre o sexo “solitário”.

Já diria Woody Allen: “não despreze a masturbação - é fazer sexo com a pessoa que você mais ama”.



"Palavra de mulher"
Colaboradora: Jaque
Blogs: à deriva
Perfil completo: clique na imagem

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Feniletilamina



As pessoas se referem ao revoar de asas das borboletas como uma sensação boa e estranha, mas ressalto, gostosa. Prazerosa até. Logo, elas dizem sentir “borboletas no estômago” quando estão apaixonadas. Eu, especialmente, chamaria de qualquer coisa, menos disso. Já dois psiquiatras americanos alegam que essa sensação é cientificamente explicável e que tem como base a feniletilamina. Hã?!

“Ela é uma molécula natural semelhante
à anfetamina
e suspeita-se que sua
produção no cérebro possa ser desencadeada

por eventos tão simples como uma
troca de olhares ou um aperto de mãos.”


Já é difícil conviver com a paixão, pra que dar nome complicado ou, então, origem complexa? Começo a gostar da correlação com as borboletas... Muito melhor. Se o bater de suas asas no estômago significa elevar os pensamentos para outro plano, com o objeto de nosso desejo neles; essa expressão é a ideal.

Ouvir Djavan, Daniel, Los Hermanos, Paulinho da Viola, Marisa Monte, Alcione, Tonico e Tinoco no rádio do carro e abrir um sorriso ao associar a canção ao rosto amado... Sentir formigar o estômago quando houve seus passos bem próximos de onde se está. Apertar sua mão, beijar-lhe o rosto, ouvir sua voz, segurar-lhe o braço, afagar-lhe os cabelos para em seguida sentir um arrepio na espinha. Ah, essa é a tal da paixão. De novo, pra que codinome para tantas sensações diferentes a um mesmo sentimento? Bobagem.

Eu fico assim: com tudo isso, mas pra pior, quando estou apaixonada. Por exemplo, quando conheço o cara tão bem quanto estou carregada de borboletas no meu bolsão gástrico, consigo adivinhar até a cor da cueca que ele vai usar em cada tipo de evento possível. Será que isso os médicos Donald F. Klein e Michael Lebowitz, do Instituto Psiquiátrico Estadual de Nova Iorque conseguem explicar com a tal feniletilamina? Sabem me dizer por que me apaixonei por este e não por aquele outro no ano passado?

Uma notícia circulou pela rede sobre o assunto na semana passada. Dizia que os cientistas conhecem a feniletilamina, um dos mais simples neurotransmissores, há cerca de 100 anos. Porém, foi a pouco tempo que começaram a associá-la à paixão. “Ela é uma molécula natural semelhante à anfetamina e suspeita-se que sua produção no cérebro possa ser desencadeada por eventos tão simples como uma troca de olhares ou um aperto de mãos.”

Aí, essa dupla “pirou o meu cabeção” ao chamar de simples, a vibração da voz da minha paixão meu coração, ressoando dentro da minha caixa torácica. Minimizando o arrepio que sinto e o prazer quando ele beija. De ignorar a vontade de ficar junto, vendo tevê; da conversa boba depois do sexo; da troca de e-mails, logo após de se chegar ao trabalho, há menos de uma hora de separação. De menosprezar as compras do casal no supermercado; do telefonema na hora do almoço, do tremor nos corpos na hora do gozo. Mas até pra isso os “seguidores de Freud” têm explicação.

Esses dois psiquiatras desenvolveram uma teoria baseada no “affair” da feniletilamina com a paixão. Eles sugeriram que o cérebro de uma pessoa apaixonada continha grandes quantidades de feniletilamina e que esta substância poderia responder, em grande parte, pelas sensações e modificações fisiológicas que experimentamos quando estamos apaixonados. E pasmem! Deram tempo de vida pra minha paixão (ou pra sua): de 18 a 30 meses. Segundo eles, tempo suficiente para aquecer a relação até o ponto de chegarem os filhos.

Dois anos e meio e cientificamente se namora, se “enrosca” ou casa e pari. Não necessariamente nessa ordem, mas, o interessante é que isso acontece sempre apaixonado. É o único consenso que mantenho com os cabeções da ciência. Pois, para os mais lerdos como eu, que vive a paixão intensamente sem pensar em tempo, não vale limitar nada na vivência com esse sentimento. Se não, eu já teria pelo menos, uns cinco filhos e todos de pais diferentes.



"Palavra de mulher"
Colaboradora: Elaine Barcellos
Blogs: Cor de Rosa e Carvão
Jornalismo-Vida e Morte
Perfil completo: clique na imagem


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Fazer valer a vida e sentir-se vivo!



Todos os dias nos vêem cada vez mais tomados pela insegurança de uma vida corrida. Ainda mais quando nada é realmente certo, somos tomados por temores absurdos, como o grande medo de terminarmos a vida abandonados.

E nesses momentos tudo é um ponto de fuga para aliviar o temor que impera em nosso peito. Muitas pessoas se prendem ao trabalho, a adrenalina e alguns colecionam mapas, revistas e guias para aumentar a possibilidade de encontrar um parceiro, seja apenas para a prática mais gostosa de todos os tempos, o sexo; ou para trocar algumas palavras de afeto e carinho.

"Está provado que o sexo é o
maior candidato para o alivio do estresse."


O homem (no contexto geral) é um ser que não consegue e não sabe viver isolado; sendo o estopim para muitas aventuras frustradas. Quem nunca se viu envolto numa trama tamanha que pensou que iria enlouquecer com a situação?

Algumas pessoas pensam que o sexo é o único motivador de um relacionamento durável. Quanto a isso eu discordo, até mesmo por acreditar que não seja o ÚNICO motivador, mas sim, um auxiliador na manutenção do mesmo.

Uma casal que não transa é um casal que vive a discutir. Está provado que o sexo é o maior candidato para o alivio do estresse. Mas a forma a qual ele deve ser feito, varia de acordo com o gosto do freguês. Sexo selvagem, sexo relax, sexo apenas para descarregar as amarguras da vida. Qualquer modalidade é válida, desde que feita com respeito.

Não existe momento para fazer valer a natureza. Os maiores casos de amor e sexo louco e desenfreado surgiram de "pegações" alucinadas em lugares inóspitos.

Quem nunca desejou transar dentro de um carro? Quem nunca se pegou numa "agarração" na escadaria do prédio? Quem nunca esperou apenas a porta do elevador fechar para se entregar um momento de luxúria? Ou quem nunca esperou apenas os pais/avós apenas se distraírem para deixar a “mão boba” fazer o seu trabalho?

Isso tudo é saudável e faz toda a diferença entre estar vivo e estar realmente vivo. Deixe que o seu corpo fale por você; deixe a loucura tomar conta do seu corpo e alma; reacenda a cada dia a paixão e você sentirá uma brasa percorrer seu corpo, culminando em seu peito e entre as pernas.

Mas nunca se esqueça: a curtição inconseqüente (leia: sem camisinha) de hoje pode ser a responsabilidade precocemente adquirida amanha!


"O que os homens pensam"
Colaborador: Dr. Rom
[Aleatoriamente, Rom]
Perfil completo: clique na imagem

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Transar ou não transar no primeiro encontro?



Transar ou não transar no primeiro encontro? Afinal, isso ainda faz alguma diferença? Até bem pouco tempo atrás, a mulher que transava já na primeira vez, era impiedosamente classificada como “fácil”, só para usar um adjetivo menos vulgar. E não é difícil entender o raciocínio masculino sobre esse comportamento, bobagens do tipo “se ela foi comigo, tão facilmente, já deve ter feito isso muitas vezes com outros”. Mas esse é apenas um lado dessa moeda. Resta-nos saber como esse dilema é encarado atualmente entre as mulheres, face aos muitos avanços e mudanças comportamentais adquiridas nos últimos trinta anos.

Exatamente por esse motivo, o Sexo Verbal foi perguntar a opinião de algumas blogueiras e amigas sobre esse assunto. Com a palavra, o sexo forte!

O sexo tem que ser feito quando há vontade. Não interessa se é a primeira vez que se encontram. Não interessa se vai ter que ser rápido ou não vai dar pra dormir junto. Sexo no primeiro encontro é o que diferencia uma mulher de uma menina, um homem de um moleque. Fazer joguinho ou se auto-impor regras do tipo “não dou na primeira vez” é coisa de menina. Sair com uma gatinha, transar com ela e olhá-la como uma vadia ou fazer a patética constatação: “essa não é para casar”, é uma característica de moleque. A mulher dá quando está a fim. E ponto. Homens sabem comer uma mulher de prima, levá-las para jantar, comer mais vezes, tomar um vinho/chope, pegar um cinema e, porque não (?), se for o caso, iniciar uma relação. Foi assim entre mim e Ele.
Ela” do blog “Eu com ela


Sexo é o novo beijo na boca, dar ou não no primeiro encontro vai do tesão do momento, o que ambos (ou mais) irão pensar sobre o assunto vai da moral sexual de cada um. Se for feito com responsabilidade não há problema.
Alexandra Badaró
http://twitter.com/alexandrabadaro


“Mudanças de comportamento sexual ocorreram nos últimos anos, permitindo que as mulheres percam o receio de transar no primeiro encontro. Isso possibilita que elas escolham de acordo com o seu desejo sem ter que necessariamente ficar presa a certos protocolos ou se preocupar com o julgamento masculino. Porém, mais importante que saber em qual encontro transar é ter sempre responsabilidade e nunca dispensar a camisinha.”
Valentina - Editora do Sexo Verbal

“Sei que parece coisa de quem fica em cima do muro, mas isso depende. Depende das intenções, por que um primeiro encontro pode ter vários objetivos. Pode ser pra conseguir um futuro namorado ou apenas um parceiro para um bom sexo, casual ou não. Pessoalmente não gosto de sexo assim. Para mim, sexo está intimamente relacionado à amor, carinho e intimidade (uma romântica incurável), por isso dificilmente faria sexo no primeiro encontro. Acho que é preciso algo "a mais" pra fazer a coisa valer a pena, já que prazer por prazer, não preciso de outra pessoa pra isso. Mas entendo que muitas das pessoas, talvez a maioria, não pense da mesma forma. Então depende do que você está procurando na outra pessoa.”
Laivine Raumo, do blog Krisis Blog
http://twitter.com/krisisblog



Desde sempre a dúvida quanto ao sexo no primeiro encontro é levantada em questão. Confesso que quando era mais nova acreditava que devia me preocupar mais com a opinião do homem e fazer o jogo mais difícil possível, caso eu tenha interesse num relacionamento futuro com ele. E conheci muitos homens que acreditavam mesmo na história que "quanto mais difícil melhor". Hoje em dia, um pouco mais de experiência me fez acreditar que devo seguir a minha vontade. Não será o sexo no primeiro dia que fará com que o relacionamento tenha futuro ou não. Já namorei por quatro anos um homem que transei na primeira noite. Já nunca mais vi muitos homens que não levei pra cama no primeiro dia (e depois também não). Hoje quero alguém que não se importe com isso. Faça o que queira. Sentimentos não dependem de formalidades como esta. Pelo menos, não os meus.
Drika Sanchez, do site Bebendo Fumaça
http://twitter.com/bebendo


Eu conheço os dois lados dessa moeda, pois já fiquei com homens e hoje fico com mulheres. Acho que com homem tem aquele preconceito de que a mulher que resolve fazer sexo no primeiro encontro é fácil demais, não é pra namorar, sendo que o que o homem mais quer é sexo (a maioria deles). Com mulher é diferente, é mais tranqüilo, não acontece esse tipo de coisa. Creio que as pessoas não deveriam se prender a preconceitos idiotas, pois é pura perda de tempo. Fazer sexo é o que há, com responsabilidade, lógico!
Mirza Andrade, sem blog


Acho bobagem. Pra que conhecer "melhor" o parceiro(a) sendo que talvez você não queira um parceiro? E o sexo casual? Qual o problema de transar na 1ª noite. pode ser que esta não se repita nunca mais, pode ser que ele não ligue pra marcar encontro... pode ser tanta coisa e você aí fica se questionando? Tá com medo do que? Liberte-se.
Srª Argondizo, do Blog Sexo, Suor e Saliva

Acho que não tem mais essa de que "mulher tem que dar no primeiro encontro é a pior maneira de se arrumar o segundo". Já se foi o tempo em que nós, mulheres, tinham que pensar assim. Não sei, mas dizem que faltam homens por aí e quando se acha um "bom" tem que "prender", sendo assim, dar na primeira já era uma forma de se fazer o certo. Fala sério!
SweetMartini
http://twitter.com/sweetmartini

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Orgasmo: você já fingiu?



"Para a mulher, ruim não é simular o orgasmo,
mas quando o homem é tão rápido que
não dá nem tempo para fingir."

(Fabrício Carpinejar)

Será que o escritor tem razão ao dizer isso?

As duas situações são ruins, mas por que uma seria pior que a outra se nos dois casos a mulher não está sentindo prazer?

Essa idéia tem como fundamento a crença de que as mulheres (em sua maioria) já fingiram, fingem ou fingirão orgasmo em algum momento de suas vidas. Baseado no fato de que o orgasmo masculino pode ser notado de forma mais clara, acredita-se que as mulheres facilmente (e freqüentemente) possam enganar seus parceiros.

Os motivos que podem levá-las a fingir são:

-Medo de desagradar o parceiro que pode se sentir mal por considerar-se incapaz de satisfazer sua mulher. Assim, ela finge para que ele não pense que seu desempenho foi ruim. Nestes casos, o que ela deseja é não ferir a vaidade masculina.

-A mulher acredita que, se ele souber, perderá o interesse por ela, achando-a “fria”.

-Ela quer acabar logo. Neste caso, o sexo não está bom e as razões podem ser variadas: desinteresse momentâneo, cansaço ou porque o relacionamento já esfriou.

Independente das causas que levam a esse comportamento, quem o faz acredita estar diante da melhor saída. Talvez por isso, Carpinejar tenha dito essa frase. Se a mulher não consegue nem simular, o problema fica exposto. E muitas vezes não estamos dispostos a encará-lo.

Há quem goste de viver se enganando e jogando o lixo debaixo do tapete. Pode-se viver assim por muito tempo, mas em algum momento aquela sujeira acumulada vai sair em forma de frustração e até mesmo como raiva do parceiro.

E você o que terá ganhado com isso? Diploma de atriz?

Quem passa por isso deve ter em mente que o melhor caminho é o diálogo. É preciso dizer o que está acontecendo e procurar juntos a solução. Um casal capaz de conversar abertamente estará mais sintonizado na hora do sexo e conseqüentemente as coisas fluirão de forma satisfatória para ambos.

Outra coisa importantíssima é o autoconhecimento. Você precisa se tocar, conhecer seu corpo, saber do que gosta e como gosta. A masturbação é muito importante! Invista nela! Passe um tempo com você mesma e aproveite! Só terá benefícios.

Não tenha como meta principal atingir o orgasmo. A relação sexual pode (e deve) começar muito antes do ato em si, seja com a preparação do ambiente, um telefonema safado ou uma lingerie provocante.

Aproveite todo o tempo juntos, cada carícia, cada beijo, cada toque. O orgasmo dura alguns segundos, a relação sexual não. E lembre-se que o sexo deve ser um momento bom para ambas as partes. Por isso não perca tempo fingindo algo que você não está experimentando.



"Palavra de mulher"
Colaboradora: Valentina